Maturação sexual e desempenho físico em nadadores de 11 a 14 anos de idade

07-06-2010 20:06

    Normalmente, para efeitos de treinamentos e competições de várias modalidades esportivas, as crianças e adolescentes são classificados por categorias segundo as suas faixas etárias. Além da idade como meio de seleção, ainda são usados alguns outros parâmetros para avaliação dessas crianças e adolescentes como: percentual de gordura, peso, estatura, entre outros.

    A Maturação Biológica que pode ser medida através da maturação sexual, (KALBERG & TARANGER, 1976) passa despercebida neste contexto, sendo que a maturação biológica tem influência direta em medidas de crescimento e desenvolvimento como a composição corporal e medidas antropométricas (HEGG-1978).

    Assim, muitas vezes o desempenho físico ficará comprometido, pois as crianças e adolescentes têm estágios maturacionais diferentes uns dos outros, mesmo tendo à mesma idade cronológica. As crianças não são adultos em miniaturas que podem ser programadas para desempenhar atividades fisiológicas e psicológicas potencialmente tão questionáveis de treinamento especializado (REILLY, BANGSBO, FRANKS, 2000; GALLAHUE, OZMUN, 2001; BOMPA, 2002). As crianças e adolescentes, em comparação com os adultos, ainda se encontram em fase de crescimento e desenvolvimento, onde surgem inúmeras alterações físicas, psicológicas e psicossociais (WEINECK, 1991).

    Cada faixa etária tem suas tarefas didáticas especiais, bem como particularidades específicas do desenvolvimento. A oferta de estímulos e aprendizagens deve ser regulada pela coordenação (técnica de movimentos) e condição, devem ser desenvolvidas paralelamente, mas com sobrecarga correspondente (WEINECK, 1991).

    O conceito de maturação relaciona o tempo biológico ao tempo cronológico. O crescimento biológico e a maturação biológica de uma criança, não ocorrem, necessariamente, em sincronia com a idade cronológica da criança. Assim, dentro de um grupo de crianças do mesmo sexo e da mesma idade cronológica, haverá variações na idade biológica, ou no nível de maturação biológica, atingido (MALINA & BOUCHARD, 1991).

    Como as categorias de base da natação (e de vários outros esportes) são divididas segundo a idade cronológica das crianças e essas são submetidas ao mesmo tipo de treinamento (volume e intensidade) acabamos não respeitando sua individualidade biológica. Assim ficamos baseados no treinamento empírico, ou seja, não se tem a certeza se o treinamento utilizado é o ideal, para cada criança de um determinado grupo. Além disso, hoje a natação é um dos esportes cuja especialização precoce está sendo cada vez mais exigida, visando resultados melhores e tempos cada vez mais baixos, como conseqüência toda essa exigência poderá acarretar uma vida esportiva também menor (pela probabilidade de ter lesão ou fadiga psicológica, devido a cobranças prematuras).

    Na pesquisa poderemos encontrar crianças pré-púbere que tenham um desempenho melhor que o púbere e o púbere que tenha desempenho melhor que o pós-púbere ou então o normal (que seria o pós-púbere ser melhor que o púbere e esse ser melhor que o pré-púbere). Esses dados, serão de extrema importância para poder se quantificar treinamento individualizado mesmo no aprendizado, já que na literatura pesquisada não foi encontrado nenhum trabalho que relacione maturação sexual (avaliação testicular) com desempenho físico.


Objetivo

 

    1. Objetivo geral

    Avaliação da maturação sexual em nadadores de 11 a 14 anos de idade, em crianças do sexo masculino, da equipe do SERC de São Caetano do Sul, determinando em que fase de desenvolvimento (pré-púbere, púbere ou pós-púbere) se encontra.


    2. Objetivo específico

  1. Correlacionar Maturação Sexual com o desempenho físico;

  2. Correlacionar medidas lineares de crescimento e composição corporal com o desempenho físico e a maturação sexual;

  3. Correlacionar idade cronológica com idade fisiológica e desempenho físico.


Método

 

    1. Medidas maturacionais

    Foram estudados 40 atletas de natação da Equipe do SERC de São Caetano do Sul, com idade entre 11 a 14 anos e com freqüência de treinamento de 5x por semana e com duração de 2 hs para cada sessão de treinamento. Os atletas serão submetidos primeiramente a avaliação médica de Maturação Sexual. Essa avaliação consiste em usar o Orquidômetro de Prader (método mais difundido para mensuração de volume testicular). Este aparelho consiste em um conjunto de 13 modelos de testículos, de forma elipsóide, feitos de madeira ou plástico e montados em uma corda com volumes de 1 a 25ml.

    Para avaliar o volume testicular os médicos apalparam o testículo direito com uma das mãos, enquanto segura o orquidômetro na outra, procurando o modelo que mais se aproxima do testículo palpado.

    O uso de dois médicos se refere à confiabilidade de medição, pois com se trata de uma medida subjetiva, poderemos comparar as medições dos médicos para termos maior confiabilidade. Cada médico fez sua medição em salas diferentes para não serem influenciados pela opinião um do outro. Para realizar as avaliações físicas e maturacionais foram usados formulários de ciência e autorização dos pais.


Orquidômetro de Prader.


    2. Medidas antropométricas

    As medidas antropométricas se constituem do peso, estatura, envergadura e percentual de gordura. O peso foi aferido em uma balança mecânica de alavancas desiguais (biométrica) da marca filizola com precisão de 0,05 gramas.

    A obtenção dos dados foi realizada com o avaliado de pé, na posição de frente para a balança, com os pés unidos no centro da plataforma e braços ao longo do corpo, vestido somente com sunga de natação, desprovido de qualquer objeto ou ornamento que possa interferir na medida.

    A estatura foi aferida através do Estadiômetro de parede Profissional da marca Sanny, com medição de 0,40 até 220 cm, com precisão de 0,01 cm, confeccionado em alumínio.

    O avaliado deve estar na posição ortostática, ou seja, indivíduo em pé, posição ereta, braços estendidos ao longo do corpo, pés unidos, procurando pôr em contato com o instrumento de medida as superfícies posteriores do calcanhar, cintura pélvica, cintura escapular e região occipital. A medida é feita com o avaliado em apnéia inspiratória, de modo a minimizar possíveis variações sobre essa variável antropométrica. A cabeça deve estar orientada segundo o plano de Frankfurt, paralela ao solo. A medida será feita com o cursor em ângulo de 90° graus em relação a sua escala. Permite ao avaliado estar de shorts e camiseta, mas exige-se que esteja descalço.

    Para medição de dobras cutâneas foi, usado o Adipômetro, da marca Cescorf, com precisão de 0,01 milímetro, conforme figura 4 e para os cálculos das medidas encontradas usamos o protocolo de GUEDES (1998) para crianças e adolescentes de 7 a 18 anos de idade. E segundo o estado maturacional e sexo masculino.

Pré-Púbere - % de Gord. = 1,21(TR+SB) - 0,008 (TR+SB)2 -1,7
Púbere - % de Gord. = 1,21 (TR+SB) - 0,008 (TR+SB)2 - 3,4
Pós-Púbere - % de Gord. = 1,21 (TR+SB) - 0,008 (TR+SB)2 - 5,5

    A obtenção das medidas do tríceps e subescapular usadas no protocolo acima são realizadas da seguinte forma:

    Tricipital: É determinada paralelamente ao eixo longitudinal do braço, agora na face posterior, sendo seu ponto exato de reparo a distância média entre a borda súpero-lateral do acômio e o alécrano.

    Subescapular: É obtida obliquamente ao eixo longitudinal, seguindo a orientação dos arcos costais, sendo localizada a 2 cm abaixo do ângulo inferior da escápula .

    Para o teste de envergadura, seguimos o protocolo tradicional, de uma fita métrica em uma parede lisa e o avaliado é mensurado da ponta do dedo médio direito a ponta do dedo médio esquerdo. Este estará de pé, com os braços em abdução de 90º graus com o tronco, os cotovelos devem estar estendidos e os antebraços em supinação. O avaliado estará de costas para a fita, com seu corpo encostado na parede, serão realizadas três medidas e será considerada a média final das três.


    3. Desempenho físico

    Para a avaliação dos tiros de nado livre de 50metros e 100metros, foi usada, a piscina olímpica do SERC, em São Caetano do Sul - SP, que tem uma profundidade de 2 metros, é constituída por 8 raias, sendo que foi usado para o teste apenas a raia 1 e 2. O pH da piscina é de 7.6 e a quantidade de cloro é de 2.0 a 3.0 PPM .

    A avaliação dos tiros de 50 e 100m nado livre, foram feitas com a saída do bloco de partida. Essa decisão foi tomada porque apesar da largada ter um elemento de técnica importante, também tem muito mais importante a qualidade física da potência muscular, o que é muito interessante para o trabalho. Quanto à decisão de usar uma piscina olímpica (50m) foi porque assim eliminamos uma maior quantidade de viradas, essa sim de uma parte técnica imprescindível para o desempenho do nado, principalmente na idade que este estudo está sendo realizado.

    Os tempos dos tiros de 50 e 100m nado livre foram feitos com cronômetros da marca Robic, com precisão de 0,1 milésimo de segundo e capacidade de mensurar velocidade média e tempo total de cada volta.


Resultados

    Conforme tabela acima, verificamos que somente o percentual de gordura e o índice de massa magra não tem relação com o restante de medidas. As mayores correlações encontradas em orden de importancia foram:

    Idade com Estatura, envergadura, nado de 50 e 100m, MGL volume testicular, peso e % de gordura.

    O volume testicular tem sua maior ralação com o MGL, estatura e envergadura, peso e testes de 50 e 100m.

    O peso tem suas maiores relações com MGL, Estatura e envergadura, IMC, testes de 50 e 100m

    A Estatura tem maior relação com Envergadura, MGL, testes de 50 e 100m e IMC.


Regressão linear

    No presente estudo foi feita à tentativa de usar a Regressão Múltipla para a predição do desempenho de 50 e 100m nado livre em relação à idade, volume testicular e envergadura (por serem os itens de maiores correlações). Porém usando a regressão passo a passo com inclusão progressiva, somente a idade era incluída no modelo para as duas predições.

    Na Regressão Linear foi realizada a mesma tentativa e foi encontrada como primeira equação a idade com R=0,81 e erro de estimativa de 2,6. Depois acrescentado à maturação com R=0,82 e erro de estimativa de 2,5. Para predizer os 100m foi usado o mesmo padrão e a idade apresentou um R= .81 com erro de 5,5 e a maturação com R=.82 com um erro de 5,4, como mostram os gráficos

    O Gráfico 2 mostra a média da Idade pelo desempenho no teste de 100m nado livre, onde encontramos um R= 0,81 e a seguinte equação para o teste de 100 m 163,56 - 7,021 x idade.

    Gráfico 3 mostra a média entre o volume testicular e o desempenho no teste de 100 m nado livre, onde foi encontrado um R=0,60 e a seguinte equação: 100m = 88,473 - 1,686 x V. Testicular.

    O Gráfico 4 foi montado uma relação tridimensional entre idade x volume testicular x teste de 100m, onde se encontra cada avaliado no plano tridimensional em relação aos resultados obtidos para cada avaliado.


Discussão

 

    Na análise dos resultados do presente estudo, mostrou-se que praticamente, todos os dados, analisados tem correlação entre si. Comprovando uma tendência já defendida por GALLAHUE 1982, GUEDES 1997, onde o crescimento e o desenvolvimento estão ligados diretamente a maturação. Na tentativa realizada de regressão múltipla a idade cronológica apresentou ser a única com influência direta no rendimento. Já na regressão linear, mostramos que realmente a idade tem uma relação muito alta com a estatura e envergadura, que por conseqüência mostram relação com o desempenho físico, pois quanto maior essas medidas antropométricas melhor o desempenho do nado, devido as alavancas biomecânicas.

    Em uma análise mais detalhada dos estudos, podemos discutir que no gráfico de volume testicular vs idade cronológica encontramos uma relação de crescimento padrão entre essas duas variáveis. Sendo que encontramos três atletas avaliados (com 11 anos e 8ml de volume testicular e 12 anos de idade com 10 e 12ml de volume testicular respectivamente) que já se encontram na puberdade (púbere) e mais dois atletas com 14 anos de idade que são opostos, um que se encontram na fase final da puberdade (pós-púbere com volume testicular de 15ml) e outro que ainda nem começou a puberdade (pré-púbere com volume testicular de 4ml).

    Esses dados, vem mostrar que a relação de 0,69 da maturação sexual com a idade ainda deixa uma população aproximadamente de 50% do nosso estudo onde o crescimento físico não está igual ao desenvolvimento orgânico. Assim essas crianças não deveriam ser submetidas a qualquer tipo de treinamento anaeróbio (força e velocidade) como já citado pelos autores BOMPA 2002, WEINECK 1991 E AUGUSTI 2001.

    Acreditamos que para se atingir os resultados ótimos em uma fase em que seu corpo ainda não está adequado para esse tipo de esforço, a criança terá sido submetida a um treinamento especializado (trabalho anaeróbio de força e velocidade). Esse fato não é aconselhado para crianças que se encontram nas fases pré-púbere e púbere, segundo os autores SHARKEY 1998, DI FIORI 1999, porque teremos lesões articulares, musculares e encurtamento da carreira profissional. Isso ocorre por que alguns técnicos ainda usam somente a idade cronológica como indicador de treinamento, fato esse que não é recomendável pela interpretação de nossos dados, como será discutido nos próximos gráficos. Levando em consideração essa descoberta, podemos evitar lesões musculares e articulares, como confirmam os autores WATKINGS E PEABODY 1996, PINTO e LIMA 2001, GALLAHE e OZMUM 2001.

    Nos gráficos 2 e 3 que estudam a relação entre idade cronológica e desempenho, todos os avaliados se encontram dentro da média do grupo e seu respectivo desvio padrão. A problemática ocorre que não podemos levar em consideração apenas a idade cronológica para quantificar treinamento, pois, como comentado acima ela (idade cronológica) tem uma relação muito grande com vários dados antropométricos esse fato é que nos faz pressumir que os treinadores ainda insistem em que a idade cronológica pode ser usada se quantificar treinamento.

    Nos gráficos 4 e 5 temos a confirmação de que três atletas tem resultado obtido muito melhor que todo o grupo, onde acreditamos que para se chegar a esse resultado tão precocemente eles tenham sido submetidos a treinamento especializado. Um atleta com volume testicular de 4ml, ou seja, ainda pré-púbere (ainda não começou a desenvolver toda a parte hormonal, que melhoraria várias capacidades físicas) conseguiu um desempenho físico excelente (abaixo de 28 segundos no teste de 50m nado livre) e dois atletas com volume testicular de 8ml ,ou seja, púbere (está começando a fase de desenvolvimento e melhora de suas capacidades físicas) sendo que um deles consegue realizar o teste de 50m abaixo de 28 segundos e o outro um pouco acima de 28 segundos..

    Os gráficos 6 e 7 forma elaborados para confirmar o fato acima descrito, percebemos na área verde do gráficos atletas que obtêm melhor resultado, sem ter ainda um completo desenvolvimento orgânico e físico. Em contrapartida mostramos através do Flox-Pot (figura 9) que entre os 10 melhores e os 10 piores resultados de desempenho físico, os volumes testiculares não mostram diferenças significativas, o que nos leva crer que somente o teste de maturação sexual não serve para quantificar desempenho.


Conclusões

 

  1. Da população estudada um percentual aproximado de 47% do grupo, tem o desenvolvimento fisiológico (estudado pelo volume testicular) compatível com a idade cronológica. Enquanto a outra metade do grupo estudado não apresentou essa relação. Essa não relação de 53% (idade fisiológica com idade cronológica) não pode ser especificada pelo estudo, pois pode ter vários motivos, o que podemos concluir é que essa relação pode estar adiantada ou atrasada.
     

  2. Com relação ao estágio de desenvolvimento, encontramos dois atletas pós-púbere, 23 atletas púberes e 19 atletas pré-púbere. Desse total foram retirados quatro out-liers chegando na seguinte divisão:

    Todo o grupo estudado era dividido em duas categorias (11 a 12 e de 13 a 14 anos) para efeitos de cargas de treinamento com base apenas nas idades cronológicas, citadas anteriormente. Esse fato como citado no presente trabalho poderá levar a sobrecarga muscular e esquelética, já que entre essas idades foram encontrados dos três estágios de maturação sexual.
     

  3. Não foram encontradas, em relação ao desempenho, correlações significativas na maioria dos parâmetros de crescimento e composição corporal, com exceção das medidas de estatura e envergadura. Quanto ao desempenho físico e Maturação Sexual constatou-se uma relação de 0.59 para o teste de 50m nado livre e uma relação de 0.60 para o teste de 100m nado livre.
     

  4. Considerando todo o grupo estudado, o desempenho físico nas provas de 50 e 100m nado livre foi maior para a faixa etária de 12 anos, considerado pela análise de volume testicular como púbere, havendo porém casos (4) em que o atleta apresentou pequeno volume testicular e grande desempenho físico, indicando a especialização precoce. Sendo que essa especialização precoce poderia estar retardando sua maturação sexual


Considerações finais

    Em razão dos resultados obtidos no presente estudo, acreditamos que mais pesquisas devem ser realizadas, para que possamos quantificar de uma forma mais adequada as cargas de treinamento de acordo com o estado de desenvolvimento fisiológico de cada atleta. Assim não comprometendo os estágios de crescimento e desenvolvimento que são fundamentais para a saúde e boa formação do ser humano.

 

Autores: 

 

Prof. Ms. Valdinei Cabral*; Prof. Dr. Antônio Carlos Mansoldo**; Prof. Dr. Jorge Perrout***; Universidade Bandeirante de São Paulo (UNIBAN). **Universidade de São Paulo (E.E.F.E.). ***Universidade Federal de Juiz de Fora. (Brasil)

 

 

Referências bibliográficas

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